20 de outubro de 2014

O Novelão da Record...


Não parei de assistir essa edição medíocre de A Fazenda, apenas perdi o estímulo para escrever “nada sobre nada". Nada acontece que mereça perder meu tempo repetindo o mesmo do mesmo, ou seja: muitas brigas, agressões gratuitas, as mentiras de Brito Junior (não acredito mais em nada que Brito fala, a emissora prometeu 24: hrs ao vivo não passa nem 5 hr). Como acreditar no que dizem ou prometem? O que interessa a essa produção incompetente são os escandalosos bafões. Para isso é que entram no ar: para mostrar o que o ser humano tem de pior nessa edição barraco. Bafões e brigas, uma vez ou outra, bem que apimenta o jogo, mas repetir cenas tão deprimentes, de gente se engalfinhando a semana inteira cansa qualquer pessoa com o mínimo de bom gosto.

Enfim, Roy e sua cara insossa foram defenestradas pelo público, decerto, já de saco cheio com a chatice do fracassado e atrapalhado ex-menudo. Acredito que ele tenha problemas psicológicos, é notória a confusão no raciocínio dele, no inicio a dificuldade da língua maquiava suas trapalhadas, mas com tempo ficou mais visível o quanto era tolo, sem conteúdo, farsante no uso repetitivo da religiosidade. 
A própria vida pessoal dele já demonstra confusão de casos mal resolvidos, varias ex e filhos, parece que no primeiro desentendimento familiar, simplesmente larga tudo. É imaturo e recalcado. Ele usa a religião para tentar se afirmar sobre os demais, porém suas atitudes não correspondem ao que fala.

A Record está na mais ridícula bajulação com o sujeitinho sem sal e sem nenhum carisma. É convidado para dizer asneiras em quase todos os programas. Um porre absoluto bem típico da emissora. 

Ontem, resolvi assistir a edição. Meu São Benedito! Que nojeira medonha! As irmãs Pepê e Nenem são as maiores e mais ativas leva-e-traz dessa edição. Depois de uma longa conversa com Robson Caetano, na qual ele dava apoio a elas e alguns conselhos, as jararacas foram correndo para o celeiro e sentaram o pau no mesmo. Contaram toda a conversa e, achando pouco, falaram mal dele fartamente. Não gosto dessas duas megeras masculinizadas e falsas. As conversas de todos eram nojentas, somente fofocas, combinação de votos e maledicência, especialmente contra Robson Caetano. Ali ninguém tem um pingo de dignidade e zelo pela própria imagem, salvo Robson Caetano. Até Marlos e Débora estavam na fofocagem, combinando as maldadezinhas para aplicarem nos colegas que querem na roça.

Na verdade, A Fazenda nada mais é que uma medonha e enfadonha novela. Porque um reality show autêntico é exibido 24 horas, com diversas câmeras, como faz a Globcomo com o BigBrotherBrasil. Tudo o que a produção da Record disponibiliza aos que acompanham A Fazenda é a visão de uma única câmera, isso quando está ao vivo. O resto (os mais importantes acontecimentos) são devidamente editados e aí sim exibidos quando e como a emissora quer.

15 de outubro de 2014

A Roça está formada: Fora, Roy!




  ROY e MARLOS ESTÃO NA ROÇA

Francamente, não aguento mais acompanhar essa péssima edição de A Fazenda. A maioria da turma selecionada não sabe o que seja conviver com educação, respeito, jovialidade, gentileza e civilidade. O que se vê é um pesado clima de fofocalhada, falsidade, mexericos, brigas e insultos ou desaforos ofensivos. Não há brincadeiras, alegria, conversas interessantes...  As pessoas são de uma mediocridade aflitiva, sem conteúdo, sem nada para dizer que não seja falar mal uns dos outros.  Apenas Robson Caetano se destaca como pessoa ponderada, tranquila e conciliadora. Nunca se envolve em fofocas, em armações e em desrespeito aos demais. Débora Lyra e Heloísa têm me surpreendido, cada uma ao seu modo: gosto das duas. Marlos parece ser um bom moço.
Brito Junior cada vez mais chatinho... Enfim...
A roça está formada com o enjoadíssimo Roy e o simpático Marlos. Espero que dessa vez o público faça a caridade de livrar-nos desse ex-menudo indigesto.

                                          
Robson Caetano venceu, mais uma vez, a prova do Fazendeiro. Adorei! Ele merece.

6 de outubro de 2014

A Fazenda a cada dia pior.

A Fazenda já está em sua sétima edição, portanto, se não adquiriram até hoje a devida competência para realizarem um Reality Show que seja, de fato, o que propõe o modelo desse tipo de programa, não é agora que vão exibir a qualidade que se espera de um evento dessa natureza. A Fazenda é um fiasco de dar dó... Faz aflição assistir o que se passa na casa grande, nas provas (manipuladas) nas formações de roça, com aquele ridículo Baú e os blefes que gera. O fato é que a cada edição A Fazenda piora e vai perdendo audiência, afastando os patrocinadores em razão dos problemas que vem apresentando, dentre os quais a falta de transparência, de credibilidade, de competência e de profissionalismo por parte de sua produção e direção. Para piorar mais ainda a situação periclitante do reality, o apresentador é péssimo. Em sete anos à frente do programa, não melhorou nada, continua com seus insuportáveis e ridículos suspenses, tão forçados que não suscitam nenhuma curiosidade. Forçado demais, repetitivo de dar aflição, cheio de tiques infantilóides, Brito Junior não é a pessoa indicada para estar à frente de um programa dessa natureza.
As provas são vergonhosamente fraudadas. É indisfarçável a falta de transparência em todas que foram executadas até agora. A fraude é notória pela falta de cronômetro nas provas com contagem de tempo, no caso do Baú, o conteúdo dos envelopes não é comunicado ao público, o resultado das votações completamente distanciado do resultado anunciados nas enquetes. Além disso, há a omissão de punições nos casos de agressões físicas, notadamente quando o agressor é um protegido da direção. O caso de Diego é escandalosamente notório, o cabrão desequilibrado desacata a todos, comete agressões físicas e nada lhe acontece. 
Já aconteceu de tudo em termos de baixaria nas três últimas edições do programa: agressões verbais pesadas. Cusparadas na cara, copos de bebidas jogados no rosto dos desafetos, ameaças de pancadaria, desrespeito com as mulheres, atacadas moralmente, gritos medonhos e até maus tratos aos animais... Nem a hora das refeições é respeitada, bem como as boas maneiras usuais à mesa. 
Gostaria de saber de qual hospício trouxeram a maioria dos que estão em A Fazenda 7. Comportam-se como um bando de doentes mentais, de sádicos e gentalha sem um pingo de educação. Em alguns momentos o sadismo raia à perversidade, como ocorreu na formação da última roça, quando Filipeh humilhou, desacatou e desmoralizou as irmãs negras Pepê e Nenem. Isto sem que o apresentador incompetente nada fizesse para pôr freios no palavrório desumano e preconceituoso do gay sem freios na língua viperina. O diretor está muito longe de ter a competência de Boninho para construir um reality com a audiência que tem o Big Brother Brasil. Da mesma forma que Brito Junior não chega sequer a ser uma caricatura de Pedro Bial. É incompreensível que uma produção e um diretor de um reality sediado em um lugar tão esplendoroso, não consigam enxergar o cenário maravilhoso que têm para fazerem um estupendo programa, prefiram transformar a beleza exuberante daquela fazenda belíssima, com seus animais, jardins, e as imensas chances de promoverem momentos prazerosos de diversão, de deleite para os participantes e telespectadores, preferindo fazer daquele paraíso um lugar de disputas belicosas, de cenário para barracos eivados de brutalidade, de ofensas e injúrias dignas do extinto Carandiru. E toda a canalhice que rola na casa sede é aplaudida e estimulada pelo diretorzinho incompetente e chegado a uma baixaria. Hoje é noite de formação de Roça, o que vale dizer que é noite de pugnas nojentas, muita lama respingando em todos, sob os olhares medrosos e a insegurança de um Brito Junior sem pulso para pôr os moleques calhordas em brios.

1 de outubro de 2014

Uma análise perfeita sobre os tumultos em A Fazenda!


Vejamos o polêmico discurso de Felipeh ao indicar Pepê e Nenem para a Roça. (O autor desse texto é Helder Miranda, postado no blog Votalhada, hoje (1 de outubro).  Peço a permissão do caro colega para surrupiar seu  excelente texto. Sou sua fã, Helder.
Bom, é... Eu quero, eu quero deixar claro que talvez, é... eu seja, eu seja um cara que realmente falo o que eu penso da maneira, às vezes, sem edição, né, mas isso não significa que eu seja uma pessoa melhor ou pior do que qualquer um que esteja aqui hoje... né? Porém, Britto, eu tive re almente uma educação muito grande. E quando duas, é... cantoras, né, que chegaram aqui, é... vieram realmente com o discurso, falando sobre a educação, enfim, e depois, logo que acabou aqui a indicação, isso foi derrubado lá dentro da sede porque logo elas chamaram... é... foram... grosseiras com o Oscar... e depois discutiram muito forte com o menino aqui, com o Léo, e sem dizer também das fofoquinhas, disse-me-disse, enfim, do que elas fazem. Eu era muito fã dessas meninas, infelizmente, às vezes, a gente não entende porque que o artista, ele cai no ostracismo, sabe? E nesta hora, a gente realmente entende, quando você começa a viver pessoalmente com elas. E outra coisa: este figurino de motoboy me incomoda um pouquinho, sabe? E assim, eu não gosto muito, eu acho que elas poderiam se colocar um pouquinho mais bonitinhas, elas estão, eu acho que elas estão cada vez mais se declinando... em relação à carreira delas. Então eu acho que já chegou na hora da Pepê e Neném tentar realmente revigorar a história delas. Porque realmente, com esse look, do jeito que elas estão, quase entregador de pizza, meu amor, desculpa, não tem como competir”.

Com este discurso, já sabemos quem será o segundo eliminado da sétima edição, antes mesmo de ocorrer a primeira eliminação, provavelmente a do ex-“Menudo” Roy Rosselló. Felipeh Campos sabe que fez besteira ao humilhar em rede nacional, durante a votação, a dupla Pepê e Neném. Particularmente, eu já pensei coisa semelhante em outra ocasião, não sobre a dupla, mas em relação ao cantor Nahim e sua participação malfadada no programa “Aprendiz Celebridades”, neste mesmo espaço, a respeito de entender porque ídolos do passado caem no ostracismo – 
 Mas é óbvio que isso não dá o direito de qualquer pessoa comentar a vestimenta de quem quer que seja.


Fazendo um paralelo com o que Felipeh disse e o que é falado de mais pesado entre os participantes dentro da sede, o jornalista não falou nada demais. Aliás, com essa declaração mal-intencionada, em uma tacada de mestre involuntária, Felipeh apenas desmascarou a todos, inclusive a si mesmo, mostrando o preconceito daqueles que ali, e temporariamente, residem. 


Não é surpresa uma declaração desta vir de Felipeh, pois pensa e fala mal de todo mundo o tempo todo. Mas é surpreendente a reação que as gêmeas, que se dizem tão humildes, tiveram. Qual é o problema de serem comparadas a motoboys e entregadores de pizza? E por que todos ficaram chocados? Por considerarem que “artistas” são muito superiores aos profissionais que trabalham em cima de uma moto, entregando pizzas e, por este motivo, não podem ser comparados a pessoas que sobrevivem em uma profissão considerada menor?

Era óbvia a intenção do jornalista em jogar na lama o que resta da reputação das duas gêmeas mas, ao que tudo indica, foi um revide – porque alguém disse a ele que as cantoras o chamavam, pelas costas, de “bicha louca” – o que eu não vi, nem sei se se confirma. O intuito de Felipeh não foi menosprezar a profissão de motoboys entregadores de pizza, foi chamá-las de lésbicas em rede nacional, formando um embate - que dizem existir - entre homossexuais que se enquadram no perfil de homens afeminados e mulheres masculinizadas. Ou, em uma explicação mais simplificada, Felipeh quis fazer uma gracinha em um programa que é muito acompanhado dentro de uma emissora grande e foi malsucedido, porque o discurso dele está impregnado de preconceitos. E, justamente, o que ele disse está relacionado diretamente em como ele vê a própria homossexualidade e a dos outros, coisa de gente mal resolvida, e em como ele enxerga as classes sociais com poder aquisitivo inferior.
A esta altura, Felipeh, que não é burro e se tocou da bobagem que fez. Primeiro, quis culpar Cristina Mortágua, dizendo que caiu na conversa dela. Faça-me o favor! E mesmo que tivesse escutado qualquer coisa, ela não o obrigou a falar aquela baixaria para todo o Brasil. Chamá-la de “ordinária” para baixo foi a solução rápida que ele encontrou para se justificar. O que ele não contava é que a audiência de um reality show, até mesmo de “A Fazenda” é conservadora. Atacando a dupla Peném ele atingiu a muita gente que se identifica com as duas. Agora, como não tem mais nada a perder, e sabe que possivelmente será eliminado em breve, abraçou o papel de vilão que intui ter recebido no programa, o que comprovam as frases de efeito ditas em tão pouco espaço de tempo. “Quando sou ruim, eu sou ótimo!”, “Minha avó dizia para não confiar em gente feia”, ou ao falar sozinho, sobre o jeito que Lorena Bueri come, só para listar algumas pérolas.


Mas este é Felipeh, que fala do corpo de Andreia Sorvetão e da aparência envelhecida de Cristina Mortágua como se não olhasse espelho. Sem dúvida, até o momento, é o participante mais interessante de todas as edições, pois nos faz concluir que homossexual afetado com boas tiradas sarcásticas só funciona, e é bem aceito, em novela. O público não dará espaço, por exemplo, à redenção inverossímil que o Félix de Matheus Solano teve em “Amor À Vida”, porque daqui a duas quintas-feiras, Felipeh será defenestrado por estes mesmos telespectadores que torceram pelo beijo gay.
E quem é pior: quem exterioriza o que de mais feio pensa, ou quem ri pelas costas? No caso de Felipeh, dá no mesmo, porque ele faz os dois. “Uma coisa é a gente falar entre nós e rir, outra é fazer aquilo”, justificou Lorena, a musa do Paulistão. Se você prestar atenção, logo após Felipeh ter votado, durante a vez de Pepê e Neném indicarem alguém para a roça, é possível escutar algumas risadas, mas a câmera só mostrou Felipeh. 


Ao vivo, pela internet, Lorena Bueri, à meia-noite e meia desta quarta, em uma conversa, disse, mesmo, que começou a rir diante da declaração lamentável. Mas complementou... falando que foi por nervoso. Bueri, na verdade, está desesperada com a bobagem de ter, mesmo que por alguns instantes, compactuado com isso – ela, que deveria ser a primeira a não fazer pouco da profissão dos outros, pois declarou que o pai havia sido motoboy e a mãe ainda é camelô. Depois, chorou copiosamente. Uma das gêmeas disse que viu a morena dar risada quando tudo aconteceu. Se, realmente, isto aconteceu, é uma falha imperdoável a emissora não ter mostrado. Proteção ou distração de alguém que comeu bola?
O que se viu após aquela roça foi um festival de repercussões lamentáveis, com Diego Cristo e Bruna Tang falando manso, como que querendo provar “Felipeh é do meu grupo, mas não fui eu quem falei isto” e todo o resto fazendo o possível para se desvincular de Felipeh, enquanto a dupla Peném chorava, tomava copos d’água (com açúcar?) e recebia afagos dos outros participantes. 
Diego Cristo chegou ao cúmulo de ir pedir desculpas aos participantes sobre a fala, que não era dele, e naquele discurso nada sutil para as câmeras, só que falando para os outros participantes, que “é amigo de motoboy”. Na cozinha, em uma conversa com o fiel escudeiro Marlos Cruz, disse que o jornalista Felipeh Campos morreu para ele – e recebeu em troca o aval do amigo. Depois, disse a Felipeh que sentiu vontade de lhe dar uma cotovelada na boca enquanto ele falava as coisas sobre Pepê e Neném. Teve, mesmo? Como, se, enquanto elas votavam, Cristo falou por cima, dizendo que elas não davam “bom dia”? Felipeh, perspicaz, o chamou de “Theo Becker”.



Nesta confusão, Heloisa Faissol, mais uma vez, cresceu. Ao ser chamada de “cheiradora” por Felipeh, ela fez um escândalo que o intimidou. Embora não compre brigas que não sejam dela, não foge de embates, ao contrário de Cristina Mortágua, cuja passividade diante de seu algoz começa a incomodar – Felipeh fala o que quer na cara dela, e vai continuar a fazer até que ela se rebele, mas, se não fizer isso rápido, periga que seu jogo não tenha mais jeito. Sorvetão é outra que, vítima da língua do jornalista, mostrou a que veio na conversa franca que teve com ele, tem perfil de vencedora.

A estratégia do grupo Coelho em jogar um atleta na roça saiu-se bem sucedida. Robson Caetano sagrou-se fazendeiro e, na berlinda, estão Roy Rosselló e Oscar Maroni. Justo. Roy deveria ser eliminado com qualquer outro que disputasse com ele a permanência na casa, já que todas as enquetes apontavam que, na disputa com Helô semana passada, seria ele o eliminado. Com Maroni vitorioso, quem sabe essa turminha de demagogos que menospreza o velhinho e o usa o desrespeito a ele como justificativa para as indicações que vem sendo feitas, passem a respeitá-lo mais?

Por Helder Miranda às 10:12